Com exposições e ativações em instituições como Museu Bispo do Rosário, IMS, Centro de Artes da UFF e Centro de Artes da UERJ, o trabalho eleva materiais da construção civil e de reuso a um status litúrgico, transmutando a violência cotidiana em um rito de resistência através de duas obras centrais.
Pintura-instalação tátil apoiada sobre tijolos, funcionando como um altar materializado das memórias e vivências periféricas.
Monumental pintura-instalação sonora de dez metros. Estruturada por tubos de PVC com alto-falantes embutidos, a obra transborda a parede para o chão, fundindo áudios imersivos a uma poética visual de denúncia.
A obra atinge sua potência máxima ao ser ativada por performance. Neste rito imersivo, o corpo, a poesia falada e o som emitido pelos tubos fundem-se à matéria, transformando as galerias em uma experiência audiovisual expandida.
"O corpo, a poesia falada e o som fundem-se à matéria."Sacro Ofício